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quinta-feira, 20 de março de 2014

Mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. 
Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. 
A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos sempre foi sua. Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre... te quis só meu. E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou. Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter são como flores difíceis de cultivar. Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem (...)  

 - Caio Fernando Abreu

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