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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Já me perguntaram algumas vezes: o que eu faço? E eu digo: não faz nada. 
Não precisa se montar, decorar um texto, falar pausadamente na frente do espelho, ensaiar a cena, viajar em busca da palavra perfeita.
 A gente tem que ser a gente. Eu tenho que ser eu. Você tem que ser você. 
Por mais estranho, maluco, curioso e engraçado que isso seja. 

— Clarissa Corrêa

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